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eleições 2020

Selfie do voto e boca de urna virtual configuram crimes eleitorais

Compilado traz, de forma didática, os principais crimes cometidos nas eleições, como tirar selfie ao lado da urna eletrônica e distribuir santinhos

Postado em 16/10/2020 às 16:08 |

(Foto: TRE-PR)

Práticas aparentemente inofensivas, como tirar uma selfie ao lado da urna eletrônica para postar nas redes sociais ou distribuir santinhos de candidato na entrada do local de votação, configuram crimes eleitorais, passíveis de reclusão, pagamento de multa e prestação de serviços à comunidade para quem os praticar.

Para alertar a população sobre os principais ilícitos cometidos antes e durante as eleições, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), lança a cartilha “Você sabia, sabiá?”, que apresenta, de forma didática, em diálogos ilustrados, os dez crimes eleitorais mais comuns. Além disso, o material reúne toda a legislação que trata do tema. 

Clique aqui para acessar a cartilha e conhecer o projeto 

O lançamento oficial aconteceu nesta quinta-feira (15), às 14h, a trinta dias do primeiro turno das Eleições 2020, juntamente com a disponibilização do hotsite do projeto, spots de rádios e cards para as redes sociais. A cerimônia para convidados e imprensa terá transmissão ao vivo pelo canal do TRE-PR no YouTube. 

“Esta cartilha foi baseada em um levantamento que identificou os principais ilícitos praticados na véspera e no dia da eleição de cada cidade do estado, e o nosso trabalho será de prevenção desses crimes”, explica o presidente da Justiça Eleitoral paranaense, desembargador Tito Campos de Paula. O compilado foi editado pelo Laboratório de Inovação, Inteligência e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (LIODS) do TRE-PR com o auxílio dos comandos de segurança do Paraná.

Oficina

O conteúdo da campanha foi aprimorado em uma pesquisa realizada com os funcionários terceirizados do tribunal. Baseado nas respostas dos trabalhadores, sobre a linguagem e a estrutura, foram realizados os primeiros testes para a edição da cartilha, que foi lançada conforme a Meta 9 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que busca integrar ao Judiciário a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). 


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